Prensa obreira

Assim despedimos a Joaquina Dourado

 

Discretamente com humildade como ela gostava, assim despedimos a Joaquina Dourado o sábado 26 de Agosto, deitando suas cinzas ao pé da Torre de Hércules na Corunha.
O acto organizado na estrita intimidade por suas amigas de Monte Alto na Corunha, Begonha e Isaura, contou com a presença de um grupo de amigas e amigos que quisemos mostrar nosso carinho e admiração despedindo-nos da companheira Joaquina.
Conhecemos em pessoa a Joaquina Dourado Pita no 2005 em Lisboa numas Jornadas que organizavam os companheiros portugueses do jornal anarco-sindicalista da "Batalha", fomos  uma delegação da CNT compostelana que se deslocara até lá e a partir daquela, sempre que Joaquina teve ocasião fez-nos uma visita. Participou junto com o companheiro José Iglesias Paz numas Jornadas Libertárias em Compostela, fizemos-lhe uma entrevista gravada na Biblioteca América da Biblioteca Geral da Universidade de Santiago de Compostela, acompanhamo-la a homenagem, junto com outras mullheres luitadoras, à Ilha de S. Simão no 2007...
No acto da Corunha participaram ademais de Begonha e Isaura, suas amigas e organizadoras, Dionísio Pereira em representação dos historiadores da memória libertária, quem lembrou a Mariquinha Vilhaverde que não pudo assistir, Eliseu Fernandez, Manolo Rivas e pela CNT um emocionado Martim Paradelo. Também esteve presente o companheiro Suno, filho do que foi companheiro de Joaquina, Liberto Sarrau, procedente da França.
Repartiram-se uns cartões com a imagem de Joaquina sobre a bandeira confederal e na outra capa um poema de Rosalia com umas flores vermelhas bordadas que a Joaquina fizera no cárcere quando estiver presa.
Mandaram comunicações de adesão desde Paris a "Association 24 août 1944" que agrupa aos sobreviventes dos antifascistas espanhóis que foram os primeiros em entrar em Paris para libertar ao povo parisiense da ocupação nazi.
Rematou o evento com três músicas das que gostava a companheira Joaquina, o hino confederal "a las barricadas", "Negra sombra" e "Sarabanda" de Haendel, deitando parte das cinzas ao mar da Torre de Hércules, o resto entre Barcelona e Paris, junto com umas rosas vermelhas e a bandeira da CNT.

assim despedimos a Joaquina DouradoDiscretamente com humildade como ela gostava, assim despedimos a Joaquina Dourado o sábado 26 de Agosto, deitando suas cinzas ao pé da Torre de Hércules na Corunha.

O acto organizado na estrita intimidade por suas amigas de Monte Alto na Corunha, Begonha e Isaura, contou com a presença de um grupo de amigas e amigos que quisemos mostrar nosso carinho e admiração despedindo-nos da companheira Joaquina.

Conhecemos em pessoa a Joaquina Dourado Pita no 2005 em Lisboa numas Jornadas que organizavam os companheiros portugueses do jornal anarco-sindicalista da "Batalha", fomos  uma delegação da CNT compostelana que se deslocara até lá e a partir daquela, sempre que Joaquina teve ocasião fez-nos uma visita. Participou junto com o companheiro José Iglesias Paz numas Jornadas Libertárias em Compostela, fizemos-lhe uma entrevista gravada na Biblioteca América da Biblioteca Geral da Universidade de Santiago de Compostela, acompanhamo-la a homenagem, junto com outras mullheres luitadoras, à Ilha de S. Simão no 2007...

No acto da Corunha participaram ademais de Begonha e Isaura, suas amigas e organizadoras, Dionísio Pereira em representação dos historiadores da memória libertária, quem lembrou a Mariquinha Vilhaverde que não pudo assistir, Eliseu Fernandez, Manolo Rivas e pela CNT um emocionado Martim Paradelo. Também esteve presente o companheiro Suno, filho do que foi companheiro de Joaquina, Liberto Sarrau, procedente da França.

Repartiram-se uns cartões com a imagem de Joaquina sobre a bandeira confederal e na outra capa um poema de Rosalia com umas flores vermelhas pintadas que a Joaquina fizera no cárcere quando estiver presa.

Mandaram comunicações de adesão desde Paris a "Association 9 août 1944" que agrupa aos sobreviventes dos antifascistas espanhóis que foram os primeiros em entrar em Paris para libertar ao povo parisiense da ocupação nazi.

Rematou o evento com três músicas das que gostava a companheira Joaquina, o hino confederal "a las barricadas", "Negra sombra" e "Sarabanda" de Haendel, deitando parte das cinzas ao mar da Torre de Hércules, o resto entre Barcelona e Paris, junto com umas rosas vermelhas e a bandeira da CNT.

assim despedimos a Joaquina Dourado